CURTA ONE.
Um único prompt para o Claude construir, do zero e rodando de verdade, um filme de produto interativo em 3D. Sem mockup, sem "você poderia fazer assim".
Timeline cinematográfica
Scroll vira controle de câmera. Sem seções empilhadas, sem cara de site.
Geometria procedural
Produto inteiro modelado no navegador, sem asset 3D externo.
Vista explodida com 100+ peças
O momento hero: o objeto se separa, gira e se remonta sozinho.
Final interativo
Mouse, paralaxe e troca de material ao vivo no encerramento.
O prompt completo
Quero que você construa uma experiência web completa, de qualidade de produção, para um produto fictício ultra-premium chamado CURTA ONE: um fone over-ear do futuro próximo. Não é um site. É um filme de produto interativo que por acaso roda no navegador. Faça tudo agora, de verdade, rodando: nada de mockup, nada de "você poderia fazer assim". Você toma as decisões criativas. Não me faça perguntas. Não simplifique a ideia porque ela é ambiciosa; se algo ficar pesado demais, finja a complexidade de um jeito inteligente. Tudo acontece dentro de um único viewport fixo. A página nunca rola visivelmente. O scroll é só o controle de uma timeline cinematográfica contínua: rolando para baixo o filme avança, rolando para cima ele volta, sempre suave, com uma inércia que faz o trackpad do MacBook parecer caro. Não quero seções empilhadas, cards, dashboard, cara de template, nem estética de SaaS. Sobre o produto: invente e construa o fone você mesmo, com geometria procedural no navegador, sem modelo 3D externo. Titânio usinado, alumínio anodizado, vidro fumê, cerâmica preta, malha técnica sobre memory foam, costuras e tolerâncias muito precisas, gravações mínimas, nenhuma marca visível além de um "CURTA" minúsculo. Ele precisa parecer um objeto de design industrial de novecentos dólares, com estrutura interna de verdade (drivers com diafragma, bobina e ímã, placa de circuito, baterias, flex, dobradiça cerâmica em forquilha com pino, sliders telescópicos com índice gravado, coroa serrilhada, parafusos) para depois se abrir numa vista explodida convincente com mais de cem peças. Capriche nas texturas: escovado real com anisotropia, jateamento fino, casca-de-laranja no brilho da cerâmica, enrolamento na bobina, relevo nas trilhas do circuito, malha tricotada densa, leve iridescência nos vidros. Tudo gerado proceduralmente. Direção visual: começa quase totalmente preto, muita contenção, muito espaço negativo, tipografia rara e monumental quando aparece, brilhos metálicos, luz com sensação volumétrica, grão bem sutil, reflexos bonitos, profundidade cinematográfica. Cada frame tem que parecer um still de campanha. Fundos sempre neutros: cinza sem nenhuma saturação, nunca marrom quente, nunca azul. Tipografia display numa fonte larga e ultra-fina (tipo Unbounded), texto corrido em Inter, dados técnicos em mono. Nada de motion blur, zoom blur, rastro de velocidade ou raios/streaks: a única suavização aceitável é profundidade de campo fotográfica nas macros. Toda mudança de fundo, inclusive entre escuro e claro, é um fade simples e suave, sem wipe, sem anel, sem efeito. A sequência é um filme só, sem sentir que são seções: 1. Escuridão. Texto minúsculo "CURTA PRESENTS". Silhueta quase invisível do fone e um reflexo fino que percorre uma borda do metal. O scroll começa a revelar. 2. Reveal. O fone emerge, a câmera orbita um pouco, a luz viaja pelo titânio. "CURTA ONE" gigante atrás do produto, parcialmente escondido por ele. Depois "ENGINEERED TO DISAPPEAR." Aqui o filme muda para light mode com um fade: o estúdio vira branco neutro, o produto fica escuro em contraste e a tipografia e a interface passam para tinta escura. 3. Macro, ainda no branco. A câmera cola no produto e faz umas oito passagens de cinematografia macro com foco seletivo: o arco escovado de raspão, o índice gravado no slider, a dobradiça cerâmica, a costura polida da concha, a coroa, a malha da almofada, o vidro com a gravação (dá para ver a eletrônica por dentro) e a porta USB-C vista de baixo. Etiquetas técnicas pequenas rastreiam os pontos com linhas finas, sem poluir. 4. Vista explodida, o momento hero. Fade de volta ao escuro. Com o scroll o fone se separa lenta e elegantemente: almofadas, cascas, drivers, placas, baterias, estrutura, até os parafusos. Tudo fica suspenso numa vista organizada sobre um grid técnico discreto, com poeira em suspensão para dar profundidade, e a câmera gira devagar entre as peças. "146 COMPONENTS." e "ONE OBJECT." em tipografia grande, com algumas linhas ligando peças a etiquetas. 5. Fly through. A câmera atravessa o fone explodido, peças passando rente com paralaxe forte, algumas enormes. Sem blur, sem streaks: só o movimento. As peças se dissolvem em partículas conforme a câmera passa até sobrar só o driver central. 6. The Core. O driver sozinho no escuro, a câmera se aproximando. Som visualizado como anéis luminosos finos e uma treliça de pontos que ondula: científico e bonito, nada de equalizador. Especificações discretas. As ondas crescem até atravessar a câmera. 7. Remontagem. Corte no flash: todas as peças flutuando longe. Com o scroll elas aceleram para o centro e o fone se remonta com precisão, parafusos girando, cascas fechando, almofadas encaixando, com um "snap" final muito satisfatório. 8. One Form. Fone inteiro, "ONE FORM.". O material muda fisicamente com uma varredura de cima para baixo: titânio bruto prateado, depois cerâmica preta profunda, depois transparente mostrando toda a engenharia interna montada. Depois de cada troca, uma passagem de câmera colada na superfície mostrando a textura daquele material. No transparente o fundo vira uma caixa de luz para o vidro ler bem. 9. Partículas. O fone se dissolve, não some: a superfície quebra em milhares de partículas que seguram a silhueta por um instante, expandem passando pela câmera até virar um campo abstrato, e então voltam e reconstroem o fone do nada. "DESIGNED FROM NOTHING." aparece durante a reconstrução. É um dos momentos mais impressionantes. 10. Final. O fone assenta no centro, visto de frente, perfeitamente simétrico e menor no quadro, com muito espaço negativo, sobre um piso espelhado que se funde com o fundo. "CURTA ONE" gigante atrás, o slogan "Designed for what comes next.", uma linha de specs e "EXPLORE". Uma varredura de luz lenta em loop pelo titânio. Aqui o scroll para de controlar o filme e vira interação: o mouse dá paralaxe e gira o produto sutilmente, arrastar permite inspecionar mas ele sempre volta ao centro simétrico, e um seletor mínimo TITANIUM / CERAMIC / TRANSPARENT troca o material ao vivo (o fundo acompanha). Detalhes que importam ao longo de tudo: cursor customizado que expande em elementos interativos, trilho de progresso fino na borda direita, micro-coordenadas e medidas em mono, hairlines, miras ocasionais, tudo contido. O produto é sempre o herói. Transições nunca parecem PowerPoint: os objetos se movem, separam, remontam, mudam de material, dissolvem, passam pela câmera. A composição deve funcionar em tela larga e também em janelas mais quadradas sem cortar o produto. Tecnicamente use o que der o melhor resultado (Three.js, shaders, canvas, CSS), tudo procedural, sem assets externos além de fontes, rodando a 60 fps num desktop moderno, com resize correto e pré-carregamento. Deixe um hook de debug para pular para qualquer ponto do filme. Abra no navegador, tire screenshots de cada momento e ajuste até ficar de fato bonito. Faça os primeiros dez segundos impressionarem, a vista explodida ser inesquecível e cada scroll revelar algo digno de ser gravado.
Como usar
Copie o prompt e cole em um ambiente do Claude com execução de código real (Claude Code, Cowork ou Artifacts com preview ao vivo).
Deixe o Claude decidir sozinho. O prompt já proíbe perguntas e mockups — ele precisa entregar algo rodando de verdade.
Use como termômetro: quanto mais próximo do filme descrito, mais forte é o modelo em raciocínio criativo, 3D procedural e execução longa.
Quer um prompt assim para o seu caso?
A gente monta prompts sob medida para o seu produto, sua marca e o seu objetivo.